Sir Magnus Khulhan - Ajani Goldmane

Description:

Idade: 34 anos
Cabelos loiros
Cor dos olhos: castanhos
Tendencia: Neutro e Bom

Bio:

Magnus sempre trabalhou no comércio e vendendo especiarias na sua cidade desde muito novo com a sua mae e pai. Seu pai, Wolfric Khulhan, era um cavaleiro, ex militar conhecido como “Esapda de Deus” que participou de uma guerra e resolveu abandonar a espada depois dela o que gerou muita polêmica na epoca. Era muito talentoso e parou simplesmente por capricho. Muitos diziam que ele era um desertor e que havia abandonado a guerra por medo, porem o rei achou que era melhor deixa-lo vivo, ja que prestou grandes serviços a sua familia. O pai jamais falou o verdadeiro motivo de seu abandono, apenas dizia que isso nao era de nossa conta. Ele jamais quis que aprendessemos a usar uma arma, pois dizia que nao queria que fossemos vandalos ou que usassemos para maus ideais e tinhamos que acatar isso.

Eles viviam em 5 pessoas, Magnus nos seus 19 anos de idade, sua irma Laisa, uma jovem aprendiz de curandeira tinha 9 anos, assim como a mãe Lumis que cuidava tambem dos assuntos da sua loja de utilidades. Seu irmão mais novo Gillius , um bebê. Era uma pequena cidade chamada (nome da cidade) onde o inverno era constante, o que dificultava muito a venda de alguns produtos.

Havia uma jovem condessa Beatrix de 16 anos, que ele conhecera e quando salvara de um bando de ladrões. Ele levara alguns paes até a estalagem e viu alguns ladroes a abortando e conseguiu ajuda-la. Assim os dois se tornaram bons amigos. Eles se encontravam com bastante frequencia e se apaixonaram. Uma vez, ele juntou um bom dinheiro que havia recebido e comprou uma espécie de amuleto, que se dividia em duas partes. Uma ficava com ele e a outra com ela, assim a amizade deles sempre exisitiria independente da distância. Durante aquela epoca eles foram pegos juntos em um de seus passeios pelos limites da cidade por alguns guardas. Esses guardas tentaram bater no jovem rapaz pela ofensa de se aproximar de Beatrix. Eles diziam que a jovem ja havia sido prometida para Ortis o filho de um nobre, um general da milicia, Cassius Krayvhus. O que ela iria querer com um filho de um derrotado. Ela tentou defende-lo mas foi levada por um dos guardas. Os demais guardas bateram um pouco em Magnus até a chegada de Wolfric que conseguira derrotar os 3 que ficaram ali.

Wolfric levou Magnus que estava um pouco machucado para casa para ser tratado. Ao acordar viu seu corpo com muitas ataduras e o pai sentado em uma cadeira ao lado da lareira. O pai perguntou: O que acho que estava fazendo? A filha do conde? Pensei que estava criando um filho inteligente, não um ignorante. Nao sabe dos problemas que temos tido com estes militares. Magnus retrucou: “Os problemas que temos tido pai, são inteiramente seus e honestamente, nao quero ficar vivendo a vida inteira numa sombra. Mal pude me defender minha honra com a espada, como poderia ajudar minha familia? O pai jamais quis me ensinar a lutar, mas eu preciso disso para que eu seja um homem de verdade. Não sei qual o seu medo quanto ao me ensinar a lutar, se acha que vou me tornar um assassino, um vandalo.” O pai alterou a voz e disse: “Você é um jovem tolo, jamais saberia lidar com isso, é inevitavel ter grande habilidades e não se tornar um assassino!” O Garoto retrucou : "Eu nao sei o que o senhor fez no passado e o senhor nunca contou para nós , pelo menos se quer que não escolhamos o caminho errado, nos diga o porque deste seu medo, diga-nos oque aconteceu naquela guerra!! "

Neste momento o silencio entoou naquele quarto, ouvia-se apenas o estalo do tapa que o pai dara no filho. O pai se levanta fica de costas e vai em direção da porta, mas antes que saia diz nuam voz um pouco decepcionada:“É isso mesmo o que você quer ,Magnus? Entao está bem, você receberá o treinamento adequado. Mas lembre-se smepre de uma coisa que eu vou lhe dizer. Você já é um homem e quero que tenha ciencia de que consequências de suas escolhas serão inteiramente suas. Agora descanse, que amanha muito cedo vocẽ deverá começar seu treinamento”. Ele sai pela porta antes que magnus conseguisse agradecer. Ele apenas da um sorriso de satisfação. O pai prometeu ensinar o que sabia para o filho se este prometesse que usa-se o conhecimento para o bem das pessoas e nao para fins egoístas. O filho prometeu e treinou a arte da espada com o pai, para que pudesse ajudar a proteger a sua honra e sua familia quando necessario, afinal ladroes apareciam muito na região e algumas criaturas durante as viagens tambem.

Após alguns anos ele estava muito bem treinado e os negocios ja estavam muito melhores. Ele sempre quis ser um grande guerreiro como o pai foi. Um dia ele chegou ao pai durante o jantar e disse:" Pai, acho que adquiri muito conhecimento e sabedoria aqui." O pai orgulhoso disse: “Sim meu filho, não achei que você fosse conseguir lidar com tudo isso de uma forma tão madura”. O filho agradece e baixa a cabeça dizendo: “Verdade, eu estou sabendo que uma cidade alguns quilometros daqui está sendo atacada e que estão enviando alguns reforços daqui. E eu estava pensando em me juntar ao grupo.” Um silencio toma conta da sala apenas o barulho dos talheres e do pai colocando a bebida na mesa. Logo depois vem a voz do pai que soa com muita convicção: “A resposta é não.” O filho diz: “Pai, a pessoas que precisam de mim lá fora, o senhor sempre me ensinou que nao devo deixar alguem que precisa de mim sofrer” O pai olha para o filho e diz : “Essa guerra não é sua. Voce pode ajudar fazendo o que você está fazendo, estando com sua familia e movimentando os negocios” O filho grita desta vez como se tivesse algo preso dentro dele: “PAI, eu preciso sair e conhecer novos lugares!! O senhor jamais vai me entender! Essa vida nao é para mim!! Talvez o senhor não se importe de ser um covarde, mas eu preciso mostrar meu valor!” O pai olha para o filho:" Provar para quem ,eu tolo!? Para um rei e sua corte que não se importa nem um pouco com a sua vida ou de sua familia ?! Ou seria tudo isso em nome do Deus Dogma!?!" O filho diz : “Eu preciso provar pra mim que eu posso! E tambem para poder conseguir aquilo que quero!!” O pai diz ainda mais decepcionado e um pouco preocupado : “Por causa da garota ainda? Até quando você vai lutar pro isso garoto? Vai querer enfrentar algo muito maior que você por ela?” Magnus diz : “Assim como o senhor tem a sua escolha eu tenho as minhas. É minha responsabilidade!” O pai toma mais um pouco da cerveja e diz: “Você pode ir para onde quiser garoto, mas esqueça que foi meu filho e esqueça que tem uma casa.” A Mãe diz : “Wolfric, oque você esta falando?!” Ele retruca :“Não se meta mulher, é escolha dele. Acho que ele precisa aprender atraves da dor mesmo” A irmã, que ja tem seus 16 anos diz: " Irmão, não faça isso, nós precisamos de você aqui conosco! Você prometeu que estaria aqui para mim sempre que eu precisasse! Lembra?" o pequeno garoto que outrora era um bebê abraça o irmão com lagrimas para que não fosse embora.

Magnus diz para todos antes de sair da mesa: “Eu sinto muito.. o grupo sai amanha pela manha, eu devo me preparar.” Magnus sai e vai para o seu quarto.

A mãe vai até o quarto onde o filho está preparando a mochila. La ela diz: “Eu sei que nao posso impedi-lo de ir meu filho, eu espero que esteja fazendo a coisa certa.” O filho abraça a mãe e diz: “Não se preocupe mãe , eu estarei aqui para a senhora devolta, quando tudo isso acabar” A mae ainda chorosa diz: “Não tenha raiva do seu pai, ele sempre quis que vocẽ fosse um homem melhor que ele foi. Ele nunca se perdoou pelos erros do passado e ele queria uma vida melhor pra vocês.” O filho passa a mao no rosto da mãe e diz : “Eu entendo mãe, mas ainda preciso fazer isso por mim, e me preparar para o desafio ao filho do general no torneio do casamento da condessa. Dizem que o campeão vai poder desafiar o Capitão Ortis em troca da mão de Beatrix. Eu preciso fazer isso, mas antes preciso melhorar minhas habilidades.” A mãe nao diz mais nada apenas deixa um embrulho com algumas raçoes e algum dinheiro para ele.

Um pouco antes do alvorecer, o garoto se levanta, olha um pouco mais a casa como se estivesse se despedindo e quando sai porta a fora encontra a irmã com um embrulho. “Irmão, prometa que vai voltar, ouviu?” Magnus sorriu e disse: “O quanto antes irmã. Cuide do pai da mae e do Gillian ok ?” Ela acena positivamente com a cabeça e ele vai em direção a guilda.

La estão alguns soldados esperando ja e um homem mais velho com uma armadura completa que diz: “Você está perdido garoto ? Espero que esteja pronto, para o seu bem. A direção do armazem das armas e armaduras é logo ali.Que dogma o proteja.”

Eu me arrumei e antes de tudo entreguei uma carta para uma das ajudantes de Beatrix. Na carta dizia que eu voltaria em breve para ela, e durante o torneio iria reivindicar o meu amor. Estaria passando junto ao exercito.

Eles começam a marchar para fora da cidade , mas passam na frente de um castelo , o castelo onde vive Beatrix. Ela está la , na janela , procurando no meio de centenas de outros soldados, mas acho que ela nao me viu, talvez tenha visto.. mas o que me acalanta alma é que ela ainda usa o amuleto que lhe dei, assim como eu o faço.

Passam-se alguns anos, isso foi no verao passado, e conseguimos conter e tomar a cidade para os seguidores de dogma. Os Hereges foram eliminados e a revolta foi abafada naquela região.
Muitas crianças, mulheres e homens inocentes pagaram com suas vidas. Os poucos de nos que sobrevivemos a revolta, que era de outra cidade, foran condecorados com um titulo de nobreza de Sir Magnus Khulhan e etc. Eu realmente achei que fosse encontrar algo la, mas ainda existia algo que não me convencia. O que me fortaleceu durante esse tempo todo, foi algo alem da minha vontade de viver, do meu amor por Beatrix e da honra e proteção de minha familia e das pessoas que acreditavam em Dogma, eu orava antes de cada batalha e antes de cada noite que eu conseguia dormir para uma voz que me fortalecia e ao mesmo tempo me trazia angustia. Eu não tenho certeza o que é exatamente, mas não me parecia ter os mesmos principios que Dogma e isso me preocupava um pouco. Talvez a guerra tenha me afetado um pouco afinal. Eu voltei para casa no inverno daquele ano e foi então que tive uma grande surpresa. A cidade estava completamente mudada. Os poucos que sobreviveram a batalha só entraram pelo titulo de herói. A cidade estava altamente protegida e parece que todos la eram devotos de Dogma. O castelo de Beatrix não era mais do conde seu pai, parece que os titulos deixaram de existir. Parece que tornou-se propriedade de uma outra pessoa, a familia Krayvhus. A cidade segundo alguns homens tornou-se uma especie de base militar comandado por este General Cassius. O antigo rei havia sido morto segundo boatos do proprio general e sua corte.

Magnus foi até onde morava antes e la nao existia mais a sua vizinhança e sim um grande patio para os soldados. Ele perguntou para alguns homens oque tinha acontecido e falaram que com o novo poder , alguns antigos traidores foram levados ao castelo e foram presos ou mortos muitos deles, inclusive a familia destes traidores. Isso aconteceu logo apos a queda dos hereges. Magnus estava perdido e desesperado. E nates que saisse da frente de onde era sua antiga casa, uma mulher envolvida num manto, tossindo muito se aproxima dele e diz: “Eu tinha certeza que voce voltaria meu filho.” Magnus abraça a mãe que esta completamente envelhecida, o que parecia mais efeito da doença do que do tempo, pois foi muito pouco tempo para tanto. Ele perguntou sobre o pai e ela diz que o pai foi derrotado pelo tal general e seu exercito na época e que tentaram levar Gillian e Laisa, mas eles escaparam para algum lugar fora da cidade atras de Magnus. Disse que a filha do conde havia sido mandada para fora da cidade junto com o filho do general, o tal Ortis. Os boatos diziam que ela foi contra a vontade. Ela disse que ja nao tem mais muito tempo de vida e que vive numa velha caverna perto na encosta da montanha e que la poderia entregar o ultimo presente do seu pai e uma carta dele. La ele saberia toda a verdade. Antes que pudesse continuar ela caiu no chão salivando muito e sufocando, até que parou e lançou seu ultimo suspiro. Magnus a levou apra uma regiao mais remota e a enterrou, fez algumas orações e chorou muito aquela noite. Ele procurou pela caverna que ela havia mencionado e achou um buraco que descia para baixo da montanha. Não era muito profunda, apenas tinha alguns restos de animais , algumas frutas , uma cama feita com panos velhos e folhas e outros utensilios.

Tinha um velho baú onde havia uma espada longa realmente bonita e tinha uma carta perto dela que dizia:

"
Meu filho, se você um dia chegar a ler essa carta é que o pior já aconteceu.

Desde a noite que você saiu eu jamais tive sossego. Gostaria muito de ter lhe protegido de muitas coisas e te contado muito sobre minhas crenças, mas acho que você acabaria ficando em perigo tambem.

Eu jamais tive fé nesse falso Deus Dogma. Eu tenho muita convicção de que esta crença no falso deus era uma forma dos seres oportunistas controlarem o povo como bem entendiam. Eu acredito que alguem rege este mundo pela bondade e pela liberdade de crenças, creio que exista um espirito bondoso, que vem do coração dos homens de boa fé e foi nisso que eu me apeguei esses anos todos e durante a guerra me fez refletir sobre tirar vidas e por quem tirar. Dogma nao trouxe nada de bom , apenas desgraças para o lugar onde passei. Já vi muita crueldade na vida em nome de Dogma e aposto que você passou por isso tambem e está tao confuso quanto eu na época. Eu acho que você deva lutar meu filho, mas por aquilo que acredita ser certo e por motivos nobres e não por uma politica suja que o governo e religiosos pregam.

Você deve ter entendimento e buscar força do verdadeiro espirito bom que existe dentro de cada um de nós. Eu tenho muita esperança em você e por isso deixei pra você a espada que sempre me acompanhou, protegeu e me trouxe muita luz. Espero que ela sirva para proteger as pessoas como sempre quis que fosse.

Mais uma coisa, proteja sua mae e seus irmãos e lute por aquilo que acredita. Não quis entender seus principios quando partiu, mas agora vejo que é o melhor para você.

Que a luz esteja contigo quando você quando confusa estiver sua mente

Do seu pai

Wolfric Khulhan – “Espada de Deus”
"

Magnus fica um tempo parado. A duvida e angustia em sua mente e coração somem e se transformam em fé. Ele faz um juramento para espada de proteger os ideais de que sejam para um bem maior e se por algum acaso nao puder faze-lo, que uma luta seja sem matar ninguem.

Hoje ele vive esta filosofia e procura seus irmãos pelo mundo, como um andarilho e procura tambem eliminar o mal deste mundo e ajudar aqueles que tem boas intençoes. Procura tambem aquela que um dia prometeu voltar para ela, Beatrix.
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A QUEDA DE MAGNUS

Me lembro remotamente da minha queda perante 3 inimigos formidaveis. Salvo em vao pela bravura do barbaro que me seguira aos confins do submundo! Dias e mais dias de combates insessantes sem armas apropriadas.
Saimos depois de um ataque surpresa de uma criatura que parecia um grande besouro acabei escapando mas me perdi de meu aliado Barbaro.
Caminhei muito tempo apenas com um bordão e roupas maltrapilhas vestindo o corpo ja cansado. A aparencia daquele que um dia foi um cavaleiro já não existe mais. O outro mundo parece ser um lugar muito mais dificil e diferente do que Dogma pregava ou do que pregavam em seu nome.
Acreditei na proteção dele até agora e devo descobrir a verdade por tras de tudo agora que minha vida ja não existe mais. Se for possivel tentarei voltar para meu plano de origem pois tenho uma missão a cumprir. Mas parece que nao fui muito bom em vida para ter vindo a lugar tão desagradavel. Nada alem de um grande pantano. Nenhuma alma amistosa para que eu pudesse perguntar a direção de algum lugar. Eu passei muito tempo apenas caminhando.
A fome aumentava junto com a sede e agora apos atravessar os perigos de um pantano encontra-se um deserto de rochas extenso. Caminhei mais alguns dias e levei o maximo de plantas que encontrei para me alimentar e um pouco daquela agua saloba dentro de um barril velho que encontramos antes de eu e o barbaro nos separarmos.
Minha mente ja me pregava peças com miragens. O frio no lugar era insuportavel durante a noite e durante o dia o calor deixava meus passos mais lentos. A noite durava masi tempo naquele lugar e grandes tempestades de areia ocorriam com frequencia. Eu me protegia entre as rochas que tinha por ali. Entre essas rochas encontrei uma criatura morta, uma especie de felino dentre de sabre mistruado com um leao. Ele estava morto e eu aproveitei seu coro para fazer um manto improvisado para minha viagem. As jubas ficavam a altura dos ombros e eram douradas apesar do pelo branco. Retirei as grandes presas que tinha para usar como ferramenta e arma tambem. No outro dia eu continuei minha viagem agora mais protegido do frio e do calor intenso e efi entao que vi algo realmente curioso. Um mesmo tipo de criatura, muito ferido correndo perto de uma caverna fugindo de 3 criaturas semelhantes a uma pantera, onde uma delas era grande e as outras 2 pequenas. Elas se moviam rapidamente e atacavam a criatura que ja nao aguentava mais.
Foi entao que eu decidi ajudar a criatura que ja se encontrava caida. A luta foi dificil mais conseguir afasta-los do leão e logo depois acabei levando a criatura para dentro da caverna e o tratei da forma que pude com meus dons.
Logo depois de usar minha energia eu cai posi meu corpo ja nao respondia mais devido aos graves ferimentos.
Acordei em um lugar estranho. Muitos frascos com partes de criaturas dentro e muitos objetos estranhos com ervas por toda a parte. Uma grande fogueira no meio do recinto e eu estava deitado numa especie de cama feita com palha e couro de algum animal. Existia mais 2 camas, uma grande e outra de tamanho semelhante a minha.
Logo depois surgiu um homem velho de pele escura.
http://www.stfrancis.edu/content/historyinthemovies/images/Australia/australia_king%20george.jpg
Ele falava um idioma muito estranho. Ele gesticulava algumas coisas para que eu entendesse. Desenhava com seu bordao na areia no chao da caverna imagens de criaturas atacando um homem e um animal grande. Ele apontava para o homem e para mim dizendo " Ajani, Ajani". Apontava para o leão e falava “-Garruk” Ele apontava pra si e dizia " Lousntak, Lousntak".
Logo eu falei sem demora e sem entender o que o homem dizia: – Não não senhor , eu sou MAgunus Kullhan. Magnus.
Uma voz sai da entrada da caverna dizendo: – Não adianta, ele nao vai entender o que vocẽ diz.
Ele é de uma tribo a muito tempo esquecida, assim como eu sou de uma especie em extinção. MEu nome real é Lord Baskha, mas todos me conhecem como Garruk.
O grande ser que estava caido la aparece na porta. Eu confesso que me assustei de ver aquela criatura, mas ele me apssava muita serenidade em seu olhar e palavras.
-Não tema , eu não vou leh causar nenhum mal. Voce salvou minha vida e eu lhe sou grato. O velho me contou que nos encontrou na entrada da caverna de Dur’Arin.
Magnus um pouco surpreso e atordoado responde:
- Bom, voce parece entender o que eles falam, e vocês parecem seer as primeiras criaturias intelegientes qque eu vejo dps de muito tmepo. Eu ja perdi a noçao do mesmo. Devem ter passado semanas naquele deserto.
- Sim, você teve sorte de nao ter sido atacado por criaturas piores. Esse deserto é o lar de seres terriveis. Eu ajudo a tribo dos Arakins aqui na pedra fervente. Eles nos dão abrigo e alimentos e eu os protejo. Porem os ataques aqui ja estao sendo muito mais constantes. Desde qeu os deuses foram embora dessas terras, as criaturas malignas tomaram conta de varios lugares, e a tribo deles não quer deixar este lugar pois acreditam que este solo é sagrado.
-Hum.. entendo.
-No momento apenas essas criaturas linces tem nos atacado para conseguri este ponto estrategico onde nos encontramos. Venha, vamos dar uma volta e lhe mostrarei o lugar.
Magnus levanta e procura por seus itens. Lgo o Garruk diz:
-Ah, vejo que vocẽ encontrou um dos desaparecidos de minha especie.
-Me desculpe, quando eu vi ele ja estava morto, eu realmente não quis..
-Não se preocupe, fico feliz que pelo menos pode ajudar a proteger mais uma pessoa. Os Arakins levaram para fazer ajustes naquela manta e pedi para que trouxessem um equipamento mais adequado.

Logo depois eles sãe do estabelecimento e dentro da caverna existia uma cidadela iluminada pela grande pedra. Era parecido com um vulcão. AS paredes do lugar são feitas de rochas naturais no topo haviam torres de vigilancia para que nao fossem atacados por criaturas que pudessem escalar a parede ou aladas. O lugar era quente e possuia uma especie de fonte termal. Muitas casas pequenas e um povo morava ali, todos de pele escura. Ciaturas semelhantes a dromedarios e javalis era animais de tração. Como era uma caverna, o sol aparecia apenas por 3 horas intensamente na cidade, e antes daquele momento eles rezavam e agradeciam a uma estatua grande que se encontrava no meio da cidadela. Parecia um homem com cabeça de leão . Eles chamavam de Mageta e diziam que ele era o protetor da cidadela . http://ertaislament.files.wordpress.com/2011/09/ajani.jpg

continua..

Sir Magnus Khulhan - Ajani Goldmane

Dogmata joaomarcalves Decovargas